Publicidade


João Donato e Filó Machado na série Encontros do Sesc Vila Mariana - São Paulo

O show inédito traz sucessos da carreira dos dois músicos que, mesmo fãs
um do outro, conheceram-se apenas este ano. Dias 13,14 e 15/07


Depois de uma temporada de um mês no Japão, onde percorreu 15 cidades de norte a sul do país, João Donato se apresenta pela primeira vez ao lado do grande Filó Machado em um show inédito, no Teatro do Sesc Vila Mariana.
O espetáculo traz leituras inéditas de alguns sucessos de João Donato, de músicas de Filó Machado e de temas que fazem a cabeça desses dois grandes instrumentistas.
O roteiro será elaborado pelos dois quando Donato chegar do Japão, mas é possível adiantar que não deixará de ter muito samba, baladas e bossa nova. Clássicos como A Rã (João Donato e Caetano Veloso), A Paz (João Donato e Gilberto Gil), o samba Suco de Maracujá (João Donato e Martinho da Vila) e Minha Saudade (João Donato e João Gilberto) também estarão no show que apresenta ainda músicas de Filó, como o samba Amar a Maria (Filó e Carlito Maia), a balada em ritmo caribenho Carmens e Consuelos (Filó e Aldir Blanc) e Blue note, com Fátima Guedes.
O público também pode contar com surpresas, porque Donato compõe a todo momento, inclusive quando está se preparando para fazer uma introdução de música no palco. “Descubro que uma nota vai bem com outra e vira uma música nova”, conta às gargalhadas. E Filó “uma orquestra em pessoa”, como traduz Donato, não é diferente.

 Donato e Filó - João Donato e Filó Machado nunca tinham se visto pessoalmente, mas um era fã do outro há muitas décadas. O primeiro encontro aconteceu neste ano no projeto Era Iluminada, do Sesc Pompéia, em que Filó foi o diretor e arranjador do show de Bossa Nova, que teve Donato, dentre outros artistas como convidado especial.
Donato saiu do show completamente apaixonado por Filó, falava dos seus arranjos, seu estilo e sua competência, mas o que mais chamou a atenção do compositor foi a capacidade de improviso e de comunicação de Filó com o público.
O multiinstrumentista Filó confessa que sempre se identificou com a obra de Donato e afirma que as músicas do amigo sempre fizeram parte de suas apresentações na noite, nos bares e casas noturnas onde tocou durante muito tempo. “Seu ritmo swingado, e sua capacidade de fazer samba, bossa nova e MPB sempre me chamaram a atenção”, revela Filó, que diz admirar o fato de Donato ter enveredado da bossa nova para a MPB com o mesmo talento.
João Donato garante que desde a primeira vez em que tocou informalmente com Filó Machado, quando convidou o músico para uma participação especial em seu show de lançamento do CD em SP, não foi mais o mesmo. A integração com o público que antes era feito por meio do seu toque único – simples e refinado, contente e swingado – só fez crescer. Donato, agora, quer ter a platéia não apenas como uma espectadora, bem no estilo Filó. “O Filó interage com a platéia o tempo inteiro, fazendo o público cantar! Fica muito mais divertido quando todos cantam, fazem la-la-ri lá-lá-lá, batem palmas”, diz animado.

A Série Encontros do SESC Vila Mariana apresenta diferentes tendências da boa música brasileira em espetáculos especiais, proporcionando uma alternativa ao cenário habitual dos shows.

SÉRIE ENCONTROS – JOÃO DONATO E FILÓ MACHADO
Dias 13, 14 e 15/2007. Sexta e sábado, às 21h; domingo, às 18h
R$ 20,00; R$ 15,00 (usuário inscrito); R$ 10,00 (mais de 60 anos e estudantes com carteirinha da UNE, UMES OU UBES) e R$ 7,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes)
Teatro (608 lugares)
Duração: 90 minutos
Ingressos à venda em todas as unidades do SESC
Acesso para pessoas com deficiências
Classificação etária: 12 anos
Estacionamento: a partir de R$ 5,00
SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141
Informações: 5080-3000
0800-118220
www.sescsp.org.br
INFORMAÇÕES À IMPRENSA
5080-3044



Escrito por Ivone Belem às 22h00
[ ] [ Envie esta mensagem ]



João Donato e Paulo Moura domingo no Planetário (RJ)

 

 



Escrito por Ivone Belem às 14h57
[ ] [ Envie esta mensagem ]



Japão, Acre, bicicleta, e e-mail

 

Voltar às cidades onde já tocou com os 100 Gold Fingers é uma nova página na trajetória de um mês de João Donato no Japão. Em apresentações de uma hora e quinze minutos, Donato tem desfilado seu repertório na voz da cantora Noriko Ito, no seu piano solo e com o quarteto formado por Rye Akagi (flauta), Myano (guitarra), Raya Kawa (contrabaixo) e Tomohiro (percussão). Ainda faltam dois shows em Tóquio e um em Yamagata.

 

 

 

Donato também tem mais tempo para sentir o Japão e sua modernidade estampada nas luzes dos prédios e no desenvolvimento sustentado.

 

 

 

gAs chaminés das fábricas são branquinhas e os rios não têm sinal de poluiçãoh, admira-se sonhando com uma parceria entre os governos do Acre e do Japão. gAqui eles têm um sentimento de amor pela floresta igual ao do Acre, só falta trocar informaçõesh.

 

 

Em Nagoya, de volta ao Blue Note, Donato fez dois shows na mesma noite e ainda saiu para andar de bicicleta pelas ruas iluminadas. Tivemos como cicerones jornalistas e músicos brasileiros. Em Okayama, às três horas da tarde, escutamos gMinha Saudadeh (gravação do CD Bud Shank and his brazilian friends featuring João Donato) no rádio do MC Donalds. Donato tocou, então, em outro teclado: escreveu um e-mail para Bud Shank. Depois, no rádio da estação de trem, ouvimos gWhistel Stoph (do CD Donato e Deodato).



Escrito por Ivone Belem às 06h28
[ ] [ Envie esta mensagem ]



Da pressa dos japoneses vem a inspiração

A menos de uma semana do nosso retorno ao Brasil, marcado para o dia 19 de junho, João Donato tem na mala um saldo de pelo menos quatro músicas feitas casualmente com os novos parceiros de piano, ou tendo como fonte de inspiração as paisagens e o modo de vida dos japoneses.

 

 

Haneda Eo nome do aeroporto de trânsito doméstico de Tóquio e agora também Euma nova melodia de Donato, Hod O’brien e Don Friedman. Tudo começou enquanto o grupo de dez pianistas esperava para embarcar rumo a Sapporo. Donato escreveu em um pedaço de papel as notas do toque de chamada para embarque e o entregou a Don Friedman, num desafio para continuar a música. Friedman escreveu a sua parte e entregou o papel para Hod O’brian. E assim passaram a viagem de duas horas, atEque a música ficou pronta e foi batizada com o nome de “HanedaE que também brinca com os nomes hannon, método de prática de piano, e Eneyda, a irmEque estudava piano quando João Donato pai sonhava com um Donato piloto de avião.

 

O clima de camaradagem entre os pianistas crescia com o avanço dos 15 concertos realizados entre 24 de maio e 10 de junho, o último, em Tóquio. As brincadeiras dos bastidores dos teatros e auditórios eram levadas por Donato para o palco. No último número do derradeiro concerto, em que os pianistas subiram juntos ao palco para, acompanhados do baixo e bateria, tocar um pedacinho de “Take the a trainE orquestrados por Júnior Mance, todos imitaram Donato balançando as mãos acima da cabeça e despedindo-se dos japoneses.

 

 

A descontração inspirou Donato a compor “All rightE expressão que ouvia todos os dias, a 15 minutos da concentração dos pianistas no lobby do hotel. O baixista Bob Cranshawl ligava para nosso quarto e se limitava a falar “all rightE Não sobrava mais tempo para divagação e a mala tinha que ser fechada de qualquer maneira porque no Japão pontualidade não Euma virtude, Eum princúio.

 

Os campos de arroz, “TamboEem japonês, inspiraram outra música. Nas viagens de ônibus e trem bala ficamos impressionados com tantos campos e campinhos de arroz. Sim, porque nas regiões de planú€ie, os japoneses aproveitam qualquer cantinho do quintal para plantar arroz. Conseguimos assistir ao espetáculo das plantações verdes de arroz irrigado e dos campos amarelos do arroz pronto para ser colhido.

 

“Curry and HurryEDonato fez em parceria com Cedar Walton, na hora do sorvete, como o presidente da All Arts Productions, Takao Ishizuka, passou a chamar a paradinha do ônibus entre uma cidade e outra. Donato, invariavelmente, era o último a chegar no ônibus de volta. Ressabiado, em uma das paradas, perguntou se Takao jEhavia voltado para o ônibus, e ouviu de Cedar que ele estava comendo seu curry. Motivo para muitas risadas e estúŠulo para uma nova música.



Escrito por Ivone Belem às 06h18
[ ] [ Envie esta mensagem ]



Gaiolas abertas em Shinagawa

 

Depois de 14 dias no Japão, cruzando o país de avião, ônibus e trem bala, João Donato participou ontem do nono concerto da temporada de 15 apresentações dos  100 Gold Fingers, em Shinagawa, distrito de Tóquio. A platéia - mais de 1.500 pessoas que lotavam o Tokyo Musashino Bunka Kaikan - assistiu a um João Donato na sua essência. Em meio a nove pianistas da autêntica escola do jazz americano, Donato tocou gSamba de uma nota sóh em duo com um dos mais jovens músicos da temporada, Benny Green, de 43 anos. Foi um número alegre, com muito virtuosismo de Green e economia de notas de Donato. Mas na hora do gEmoriôh, acompanhado de Bob Cranshaw (baixo) e Grady Tate (bateria),  Donato, livre, batia forte com o pé no chão levando a polida platéia a acompanhá-lo compassadamente com palmas.

 

Amigo japonês de Donato há mais de 25 anos, o percussionista Yoichi Ogawa, que morou no Brasil e estava no auditório, também vibrava:

 

- Donato abriu as gaiolas da academia. Pianistas de jazz são muito comportados.

 

Vestido invariavelmente com camisa florida ou colorida sob paletó e calça escuros alinhados, e boné cor de rosa, João Donato dispensa a gravata e destoa dos outros artistas que usam smoking ou comportados trajes. A exceção foi o primeiro show, em Fukuoka, onde Donato – pouco à vontade - adotou o clássico terno e gravata. No segundo show, como mostra foto publicada no jornal Okinawa News, lá está Donato com sua camisa florida. E não é só pelo estilo despojado de vestir, mas por causa do suingue da sua levada que os japoneses agitam as mãozinhas ao final dos concertos.

 

Donato é o primeiro pianista de fora do eixo Califórnia–Nova Iorque a ser convidado para se apresentar no concerto bienal e que realiza em 2007 a sua décima edição. Tanto é que a figura do cartaz do evento mostra uma Nova Iorque vazia, uma gaiatice da All Arts Productions para dizer que todos os pianistas estarão no Japão durante os 20 dias da turnê.

 

 

Arte: Teobaldo



Escrito por Ivone Belem às 23h28
[ ] [ Envie esta mensagem ]



De quem são os outros 90 dedos de ouro

 

Júnior Mance, 78 anos – Nascido em Chicago, Illinois, começou a tocar piano informalmente aos cinco anos de idade. A partir dos oito anos, passou a freqüentar o Rosevelt College em Chicago. Acompanhou grandes nomes como Charlie Parker, Coleman Hawkins, Eddie "Lockjaw" Davis, Sonny Stitt e outros. Participou do conjunto de Dizzy Gillespie, trabalho que ele considera um dos mais importantes da sua carreira.  É membro da faculdade de jazz e música contemporânea da New School University de Nova Iorque e o único pianista que participou de todas as temporadas dos 100 Gold Fingers.

 

Toshiko Akioshi, 79 anos - A única mulher do grupo, é nascida na China, filha de japoneses, migrou para os EUA em 1959 para estudar no Berklee College of Music (Boston).@Nesta época ja era uma figura importante no Japão. Seu repertório atravessa solos exuberantes de suingue que misturam o jazz tradicional com a música japonesa. Como compositora, sua maior influência foi de Duke Ellington. Paralelamente, sua orquestra trabalhou com Charlie Mariano, Charles Mingus e J.J. Johnson. Em 1972 formou uma banda com o marido, o sax tenor Lew Tabackin. Esta banda toca suas próprias composições até hoje.

 

Cedar Walton, 73 anos –Nasceu em Dallas (Texas). A mãe, que era professora de música, deu-lhe as primeiras lições de piano, ao mesmo tempo que ele estudava também clarinete. O repertório bebop não tem segredos para ele, tocando os ritmos mais complexos com um suíngue permanente, diz site português. É igualmente um solista que esconde o seu virtuosismo sob o humor e o seu temperamento bluesy mas também sob arabescos com a mão direita bem ao estilo de Bud Powell.

 

Don Friedman, 72 anos – São Francisco (Califórnia. Começou sua carreira de músico de jazz na costa Oeste dos EUA, tendo tocado com Shorty Rogers, Dexter Gordon, Buddy Collette e o clarinetista Buddy de Franco. Também tocou com o trompetista Chet Baker, o saxofonista Ornette Coleman e com o maestro do sax alto, Art Pepper. Segundo site espanhol especializado em música, o pianista representa a evolução mais clara, articulada e inteligente do piano lírico empreendido pelo maestro Bill Evans.

 

Hod Ofbrien, 71 anos – Connecticut. Mudou-se para Nova Iorque na década de 50, quando começou a ter seu trabalho reconhecido.  Aos 21 anos foi convidado para gravar com Art Farmer, Donald Byrd e Idree. A partir de então passou a integrar o seleto meio dos artistas influenciados pelo bepob, como Pepper Adams, Kenny Burrel, Oscar Pettiford e Stan Getz. Tornou-se um músico habitual de clubes históricos de NY, como Birdland, Continental, Cork e Bib, Black Pearl e Smallfs Paradise. Sua carreira foi interrompida por uma década, entre 1963 e 1973, período em que retornou para a Columbia University para estudar Matemática. Na década de 70, criou o seu próprio clube, The James Infirmary, onde se apresentaram importantes músicos como Chet Baker, Roswell Rudd, Lee Konitz, Zoot Sims e outros.

 

Kenny Barron, 65 anos – Filadélfia (Pensylvânia). É conhecido como um dos gigantes do moderno piano mainstream. Mudou-se para NY em 1961, onde durante cinco anos tocou e gravou com Dizzy Gillespie. Depois Barron continuou se associando a grupos importantes, como de Freddie Hubbard (1966-1970), Yusef Lateef (1970-1975) e o quarteto de dois contrabaixos de Ron Carter (1976-1980). Realizou uma série de duetos brilhantes na sessão final das gravações de Stan Getz.



Escrito por Ivone Belem às 23h27
[ ] [ Envie esta mensagem ]



Cyrus Chestnut, 44 anos – Baltimore. Recebeu as suas primeiras aulas de música com apenas cinco anos de idade. Foi considerado um menino prodígio do jazz porque aos nove anos já vencia concursos do gênero. Entre 1981 e 1985 estudou na Berklee College of Music (Boston) onde recebeu os prémios de “Eubie Blake”, “Oscar Peterson” e “Quincy Jones”. Iniciou a sua carreira profissional com Terence Blanchard, Donald Harrison e Winton Marsallis e a partir  de 1991 foi pianista de Betty Carter. Tocou e gravou ainda com Larry Coryell, Courtney Pine, Chico Freeman, George Adams, Chick Corea, Joe Williams e Dizzy Gillespie.

 

Benny Green, 44 anos - Nova Iorque. Iniciou-se no piano clássico aos sete anos, com o seu pai, saxofonista tenor. Muito cedo teve sua profissionalização no jazz ao lado de Eddie Henderson e Chuck Israels. Estudou com Walter Bishop Jr. e depois de ter tocado com Bobby Watson foi convidado para acompanhar Betty Carter. Tocou com Art Blakey, Freddie Hubbard e Oscar Peterson, que atribuiu a Green o “Glen Gould Internacional Prize”. Também tocou e gravou com Milt Jackson e Diana Krall. Foi discípulo do mítico contrabaixista Ray Brown, que o convidou para integrar seu trio.

 

Gerald Clayton – 23 anos – Utrecht (Países Baixos). Nascido em uma família de músicos (seu pai é o baixista John Clayton e o seu tio o saxofonista Jeff Clayton). Mudou-se para os EUA muito jovem. Formou-se na Los Angeles County High School for the Arts em 2002.  Desde então tem participado de festivais de jazz pelo mundo, tendo acompanhado Kenny Barron, Mulgrew Miller  e Benny Green em concertos na Europa. Também fez algumas turnês com o trompetista Roy Hargrove. Pode ser ouvido na mais recente gravação de Diana Krall, "From This Moment On”.

 



Escrito por Ivone Belem às 23h26
[ ] [ Envie esta mensagem ]



João Donato e seus dedos de ouro

A inauguração do Blog de João Donato acontece no começo da noite de domingo, 27 de maio, quando estamos há uma semana no Japão e Donato participa do terceiro show da temporada, em Abucho.

É a sexta vez que Donato viaja para cE A primeira foi em 1966 com o conjunto Bossa 66 de Sérgio Mendes. A segunda, se deu a convite do amigo japonês, o percussionista Ogawa, que viveu muitos anos no Brasil. Foi uma viagem inusitada de um mês, com o único propósito de conhecer o Japão.

Em 1995, Donato veio para lançamento do CD "Minha Saudade", em que a cantora nipo-brasileira Lisa Ono interpreta temas de Donato, com piano e arranjos do próprio. Em 2001, Donato viajou como convidado de Joyce, com quem compôs, no intervalo entre o primeiro e o segundo set, no camarim do Blue Note a música “FukuokaE uma homenagem Ecidade homônima. Em 2003, Donato veio para o lançamento do CD "João Donato com Wanda Sá”.

Dessa vez, ao final de 30 dias, João Donato terEcruzado o Japão de Sul a Norte para participar de 15 concertos, juntamente com outros nove pianistas  da décima edição do seleto E00 GoldfingersE/A>. A partir do dia 11 de junho Donato atuarEem cinco shows como convidado da cantora japonesa Noriko Ito, com quem gravou no Brasil o CD “A pazE lançado apenas no Japão e com músicas de Donato e seus parceiros.

O primeiro show aconteceu dia 24, em Fukuoka. Um espetáculo atúico que se repetirEem todas as salas: tocando em dois pianos encaixados , no meio do palco do Acros Fukuoka Event Hall,  os dez pianistas se revezaram em dois números de cinco minutos cada, um solo e outro acompanhados por baixo e bateria. Ao final, todos voltaram para o palco e tocaram ora em duplas, ora individualmente, em um tema de improviso. A pedido do presidente da All Arts Productions, Takao Ishizuka, Donato tocou Garota de Ipanema e Amazonas.

Colamos um mapa do Japão na parede do nosso quarto no hotel e fizemos o traçado imaginário do zigue-zague que os pianistas farão no paú, desde a quente Okinawa, no Mar do Japão, Elongú‹qua Sapporo ao norte do Paú, onde Ede dezembro a fevereiro - sopram os ventos da Sibéria. O segundo show foi ontem em Okinawa, um arquipélago formado por 168 ilhas bastante influenciadas pela cultura da China e da Polinésia. A cidade foi apelidada de “paraúoEpor Donato, afinal ele aproveitou o pouco tempo de sobra para encher uma mala de quinquilharias e presentinhos. SEnão pagamos pelo excesso de peso na viagem para Abucho graças Ehabitual simpatia de Donato com as atendentes da ANA, a All Nippon Airways.

 

Foto: Simone Portellada



Escrito por Ivone Belem às 08h19
[ ] [ Envie esta mensagem ]



[ ver mensagens anteriores ]


Histórico
08/07/2007 a 14/07/2007
17/06/2007 a 23/06/2007
10/06/2007 a 16/06/2007
03/06/2007 a 09/06/2007
27/05/2007 a 02/06/2007

Outros sites
Dicionário Cravo Albim da Música Brasileira
Instituto Memória Musical